Que tiro foi esse Pastora Damares
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| Foto: Walterson Rosa/FramePhoto/Folhapress |
A saber: 1. Quantas mulheres nascidas no berço evangélico se encontram destruídas vítimas do autoritarismo e da cultura machista dentro da igreja onde as mesmas são reconhecidas como um ser inferior?
2. Quantas mulheres cristãs são assediadas, mas, o poder de pastor, como o caso de Damares Alves, as mesmas são silenciadas e ameaçadas? Por medo de se expor guardam a humilhação e a dor e enquanto isso a cultura da violência do violentador permanece. É provável que esse ‘tiro’, a quebra do silêncio da pastora Damares Alves venha gerar mal-estar para as lideranças evangélicas; porque pela cultura atual machista se esperava uma pastora que confirmasse o modelo moral de família cristã, e não de imediato viesse a expor às vísceras morais cujas mulheres têm trazido inscrito nos seus corpos a violência silenciada por estas.
Prof. Edimilson Mota

Ótima reflexão! Parabéns Professor Edimilson!
ResponderExcluirObrigado pelo retorno
ExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirA igreja não costuma tratar de assuntos aos quais elas se encontra em situação de autora, principalmente quando este assunto se trata de um crime.
ResponderExcluirPor isso quem tem lucidez e senso crítico, precisa se pronunciar.
Ótima reflexão.
De fato, Edson, a igreja pela manutanção do poder ela enquanto sistema conduz os crimes e a falta de conduta ética e moral na invisibilidade. A violência contra a mulher ainda é a cultura dominante e, o pior, em nome de um evangelho que é totalmente ao contrário a violência e ao preconceito.
ExcluirUm bom texto! Boa provocação a reflexão
ResponderExcluirObrigado, Unknow pelas considerações.
ExcluirTexto reflexivo e, pode demais, contemporâneo. Que possamos fazer as devidas distinções.
ResponderExcluirObrigado
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