A LUTA LGBT É A LUTA DA IGREJA QUE SE IMPORTA COM OS OPRIMIDOS
A LUTA LGBT É A LUTA DA IGREJA QUE SE IMPORTA COM OS OPRIMIDOS#
Hoje o #STF julga as ações que pedem a criminalização por homofobia, e, desde então, até aqui, se polarizou dois tipos de igrejas evangélicas, com diferentes posicionamentos, a saber: 1. Um lado se diz em nome de Cristo [embora Ele não tenha dito isto] que: "ama o homossexual mas não ama a homossexualidade"; porém, essa máxima afirma somente a incapacidade e a falta de amor para se colocar no lugar do gay e conhecer a causa do Brasil ser o país que mais mata a população LGBT. Esta população não tem lugar neste modelo dominante de igreja evangélica para viver a sua existência de fé, os diferentes grupos são julgados e condenados a começar na maioria das vezes, dentro do lar cristão, entre os seus familiares e termina dentro da igreja a sua exclusão. Muitos para sobreviver escolhem o silenciamento a negação. Este tipo de cristão está indiferente e longe desta população. Desconhece a sua bandeira existencial e sua luta por reconhecimento social.2. Do outro lado existe outra igreja onde nomes denominacionais são desimportantes. importa é amar. Seja de qualquer religião ou ateu, não importa marcas, mas, o mais importante é a sua capacidade de se importar com a causa do outro o [#GAY], de se colocar no seu lugar o ouvir e enxergar a sua invisibilidade na barreira de preconceito, de se sensibilizar e de lutar COM ELE pela redução das estatística de assassinatos contra #LGBT. Se você se importa você é igreja e é corpo de Cristo. Se assim for somos igreja. Ele disse: "O Espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me ungiu para pregar boas novas aos pobres. Ele me enviou para proclamar liberdade aos presos e recuperação da vista aos cegos, para libertar os oprimidos". Lucas 4:18 - Se está do lado do oprimido amando como ele é e não julgando segundo a sua moral exigindo que seja igual a você, de fato o AMOR est
á entre mim e você. (Edimilson Mota - BEREIEMOS)
Hoje o #STF julga as ações que pedem a criminalização por homofobia, e, desde então, até aqui, se polarizou dois tipos de igrejas evangélicas, com diferentes posicionamentos, a saber: 1. Um lado se diz em nome de Cristo [embora Ele não tenha dito isto] que: "ama o homossexual mas não ama a homossexualidade"; porém, essa máxima afirma somente a incapacidade e a falta de amor para se colocar no lugar do gay e conhecer a causa do Brasil ser o país que mais mata a população LGBT. Esta população não tem lugar neste modelo dominante de igreja evangélica para viver a sua existência de fé, os diferentes grupos são julgados e condenados a começar na maioria das vezes, dentro do lar cristão, entre os seus familiares e termina dentro da igreja a sua exclusão. Muitos para sobreviver escolhem o silenciamento a negação. Este tipo de cristão está indiferente e longe desta população. Desconhece a sua bandeira existencial e sua luta por reconhecimento social.2. Do outro lado existe outra igreja onde nomes denominacionais são desimportantes. importa é amar. Seja de qualquer religião ou ateu, não importa marcas, mas, o mais importante é a sua capacidade de se importar com a causa do outro o [#GAY], de se colocar no seu lugar o ouvir e enxergar a sua invisibilidade na barreira de preconceito, de se sensibilizar e de lutar COM ELE pela redução das estatística de assassinatos contra #LGBT. Se você se importa você é igreja e é corpo de Cristo. Se assim for somos igreja. Ele disse: "O Espírito do Senhor está sobre mim, porque ele me ungiu para pregar boas novas aos pobres. Ele me enviou para proclamar liberdade aos presos e recuperação da vista aos cegos, para libertar os oprimidos". Lucas 4:18 - Se está do lado do oprimido amando como ele é e não julgando segundo a sua moral exigindo que seja igual a você, de fato o AMOR est
á entre mim e você. (Edimilson Mota - BEREIEMOS)

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